Clipping África Austral #09

Pedido de destituição do presidente da Zâmbia é feito por partido de oposição

Data: 23 de março de 2018

Partido de oposição da Zâmbia (UPND) acusa o presidente de ter agido contra a constituição em 2016 ao não ceder o poder enquanto sua vitória eleitoral era contestada em tribunal e, assim, apresenta moção para anular (impugnar) presidência de Edgar Lungu. O presidente, no entanto, não acredita que moção será bem sucedida.

Fonte: VOA

 

UNITA recusa modelo gradual para criação do poder local democrático e insiste numa auditoria da dívida pública

Data: 31 de Março de 2018

A UNITA, maior partido de oposição da Angola, após a reunião do Comitê Permanente da Comissão Política, lançou uma nota na qual ela esclarece a sua posição sobre três assuntos distintos. Primeiramente, ela se disse contrária à política do governo de que as eleições, marcadas para 2020, ocorram de forma gradual e somente em alguns locais do país. Para a UNITA, esse gradualismo seria adotado por motivos políticos e afirmou que o princípio das eleições em todas as regiões é um dever do Estado e não uma opção. Além disso, ela reiterou a sua posição favorável a abertura de uma CPI para se investigar a corrupção na dívida pública e declarou apoiar as investigações do PGR, já que, historicamente, sempre denunciou a corrupção do Estado angolano.

Fonte: Novo Jornal

 

Margarida Loureiro, relações externas do Acnur em Angola

Data: 29 de Março de 2018

Margarida Loureiro, encarregada de relações externas do Acnur na Angola em entrevista a Eleutério Guevane diz que a Acnur apoia o desenvolvimento da comunidade local, auxiliando em diversos aspectos sociais melhorando o acesso a água e educação. Já que o país acolhe cerca de 35 mil refugiados da República Democrática do Congo, é de grande importância a facilitação do acesso a esses recursos a partir de generosas doações, destacadas por Margarida Loureiro.

Fonte: ONU News

 

Emmerson Mnangagwa: ‘Estamos trazendo o novo Zimbábue’

Data: 11 de março de 2018

O povo do Zimbábue, liderado pelos jovens da população, foi às ruas do país com o intuito de terem os seus direitos representados e suas vozes ouvidas. O povo clamou por seus direitos de liberdade, progresso e uma nova maneira de fazer as coisas. Mesmo a revolução apoiada pelos militares, foi um processo pacífico. Emmerson Mnangagwa, atual presidente do país, declarou que nos últimos três meses tem ouvido o chamado do seu povo. E acrescenta que compartilha da mesma visão e se compromete a atender as demandas. Mnangagwa diz que está trabalhando para construir um novo Zimbábue: um país com uma economia próspera e aberta, empregos para a juventude, oportunidades para os investidores e democracia e direitos iguais para todos.

Fonte: The New York Times


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