Clipping Grandes Lagos #73

RBC acalma temores em relação à vacina AstraZeneca

16/03/2021 

Com o recente rumor sobre o uso da vacina Astrazeneca e sua correlação com a formação de coágulos, o Dr. Sabin Nsanzimana, Diretor Geral do Centro Biomédico de Ruanda (RBC) afirmou que não há evidências que sustentem a afirmação. Após países como França, Alemanha, Itália, entre outros suspenderem o uso da vacina, o mundo entrou num tom de alarme e suspensão, porém De acordo com Nsanzimana, de mais de cinco milhões de pessoas que foram vacinadas com AstraZeneca na Europa, apenas 30 tiveram o problema de coágulos sanguíneos. Portanto, em conclusão, afirmou que tal condição (coágulos sanguíneos) é prevalente na população em geral na Europa, a uma taxa superior à detectada entre os vacinados, o que pode significar que os coágulos não são provocados pelas injecções. Nsanzimana disse que não houve relatos de efeitos colaterais importantes entre as pessoas que foram vacinadas em Ruanda até o momento. Enquanto isso, a Agência Europeia de Medicamentos e a Organização Mundial de Saúde também afirmam que os dados disponíveis não sugerem que a vacina tenha causado os coágulos e que as pessoas devem continuar a ser imunizadas.

Fonte: The New Times

OMS elogia a nova posição da Tanzânia na Covid-19

Foto: The Citizen

12/03/202

Ao adotar medidas como a instrução de uso de máscaras faciais, instruir os tanzanianos a subscreverem os requisitos indicados por especialistas em saúde e promover outras indicações específicas para conter o contágio de doença, principalmente da covid-19, o Governa da Tanzânia foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde pelas iniciativas.

Ademais, o Ministério da Saúde indica atividades físicas e períodos de oração  no combate a doenças terceirizadas pela alteração da rotina dos tanzanianos. O Ministério da Saúde frisou que já era hora dos tanzanianos fazerem uma dieta balanceada, com um foco extra em vegetais e frutas, com o objetivo de evitar entrar em contato com riscos que possam enfraquecer o sistema imunológico.

E em consonância com isso, a OMS disse ontem durante uma coletiva de imprensa online que o movimento recente da Tanzânia sobre a doença era promissor. Também reiterou a importância do compartilhamento de dados essenciais sobre a tendência da doença, expressando esperança de que a organização comece a receber estatísticas. Sobre as vacinas, a diretora regional da OMS para a África enfatizou a importância do governo tanzaniano considerar a possibilidade de compra e distribuição da vacina, deixando claro que possa ser um risco o processo de não vacinação.

Por fim, além de pedir esforços de colaboração para melhorar a infraestrutura e o investimento no setor da saúde, o chefe da OMS para a África enfatizou a necessidade de priorizar os profissionais de saúde, os idosos e as pessoas com doenças crônicas no fornecimento de vacinas. Ela foi apoiada pela presidente da Associação de Enfermeiros e Parteiras Registradas de Gana, Sra. Perpetual Ofori-Ampofo, que disse que mais investimentos são necessários para desenvolver infraestrutura e pessoal e alcançar cuidados de saúde universais até 2030.

Fonte: The Citizen

Pescadores do Quênia protestam contra tensões na disputa marítima com a Somália

16/03/2021

As águas disputadas, ricas em peixes, são cruciais para o povo do Condado de Lamu. Por muito tempo eles sobreviveram graças ao mar. Devido a isso, a disputa entre as autoridades quenianas com a Somália causa uma ameaça ao sustento de muitas famílias do Condado. As águas onde esses pescadores obtêm seus peixes são atualmente administradas pelo Quênia, mas as autoridades somalis afirmam que elas deveriam ser incluídas em seu território.

Desde 2014, a Somália tem pedido ao Tribunal Internacional de Justiça da ONU para decidir sobre as águas contestadas do Oceano Índico. Mas com os representantes quenianos se recusando a participar das audiências, as negociações parecem ter chegado a um impasse. O Quênia quer que a fronteira continue indo para o mar, em linha reta a leste, dando-lhe mais território. Os quenianos reagiram nas redes sociais com hashtags como #NotAnInchLess e #ItsOurSea para protestar contra as reivindicações do governo da Somália.

O disputado triângulo de água que se estende por uma área de mais de 100.000 quilômetros quadrados não só abriga muitos animais marinhos cruciais para os pescadores em ambos os lados da fronteira, mas também pode conter reservas substanciais de petróleo bruto. Em relação ao tribunal, o promotor queniano Kihara Kariuki havia dito anteriormente em uma carta que seu país não participaria porque a pandemia de Covid-19 “prejudicou a capacidade do Quênia de se preparar adequadamente para a audiência”.

Fonte: The Africa Times


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