Clipping África Ocidental #87

Nigéria: 60 anos de dependência do petróleo.

Totalmente dependente do petróleo, a economia mais forte da África Subsaariana, a Nigéria, vive mergulhada em uma intensa crise econômica e social, agravada devido a sua dependência sobre o petróleo. Possuindo quatro refinarias estatais paralisada desde janeiro, por falta de recursos do Estado para a produção. O nigeriano Ahmad Umar especialista em petróleo, ressalta que os problemas no setor petrolífero do país, vai além da corrupção. 

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Leia mais em: https://www.dw.com/pt-002/nig%C3%A9ria-60-anos-de-depend%C3%AAncia-do-petr%C3%B3leo/a-55114363

Miguel Lucas Canuto da Silva. Data da publicação da notícia  01/10/2020

Camarões. Na região anglófona, as mulheres se unem para pedir cessar-fogo.

Em meio a violência dos conflitos separatistas que se estendem desde 2016 no Noroeste e Sudoeste dos Camarões, diversas organizações formadas por mulheres, lutam para um cessar-fogo de seis meses, por parte dos independentistas e do governo. O cessar-fogo piloto de seis meses tem como o intuito estabelecer um diálogo entre as partes, respeitando cada facção, bem como o estabelecimento de um comitê de monitoramento local e internacional, devendo ser composto de pelo menos 50% de mulheres. 

Nós, as mulheres”, lê-se no comunicado, “exortamos as partes em conflito a respeitar a vida e a dignidade humanas e a proteger a população para evitar um número alarmante de mortos; a cessar imediatamente todas as hostilidades por parte de todos os actores armados. Nós esperamos que todas as partes anunciem a cessação das hostilidades nos próximos 30 dias”.

SNWOT (Grupo de Trabalho das mulheres do Sudoeste e Noroeste), o SCEW (Mulheres Europeias do sul dos Camarões), o PCC (Grupo de Mulheres Cristãs), o UMWAC (Grupo Metodista) e o CBCWD (Departamento das mulheres da Convenção Baptista dos Camarões)
Mulheres na Nigéria em fuga do conflito na região anglófona dos Camarões
Mulheres na Nigéria em fuga do conflito na região anglófona dos Camarões  (AFP or licensors)

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/africa/news/2020-09/camaroes-na-regiao-anglofona-as-mulheres-se-unem-para-pedir-ce.html.

Miguel Lucas Canuto da Silva. Data da publicação da notícia 21/09/2020

Quase 200 migrantes são interceptados na costa do Senegal quando partiam rumo à Espanha.

No dia 07 de outubro de 2020, a Marinha senegalesa apreendeu 186 migrantes, entre mulheres e crianças, distribuídos em duas embarcações que tentavam chegar ilegalmente a Espanha. Segundo informações da Dirpa (Direção das Relações Públicas das Forças Armadas), a operação ocorreu próxima a M’bour, no sudeste de Dacar. A Dirpa ainda informou que, a primeira embarcação transportava 56 pessoas, “todas de nacionalidade senegalesa”, e a segunda levava 130, algumas das quais vinham da Gâmbia.

Fonte:https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/10/08/interna_internacional,1192800/quase-200-migrantes-interceptados-na-costa-do-senegal-quando-partiam-r.shtml.

Miguel Lucas Canuto da Silva. Data da publicação da notícia 08/10/2020

Greenpeace acusa navios chineses de “pilhagem” ao Senegal através da pesca ilegal.

Em relatório, a ONG Greenpeace denuncia a falta de transparência nos pedidos de licença de pesca no país. A ONG ressalta o crescente número de solicitações de licenças de pesca de embarcações industriais estrangeiras, principalmente chinesas. As autoridades senegalesas anunciaram em 6 de junho que recusaram o pedido de licença para 52 navios estrangeiros e aceitaram apenas a renovação dos documentos dos navios senegaleses. Porém, um dos quatro barcos que receberam licença – o chinês Fu Yuan Yu 9889 – está na lista dos 52 navios recusados a executar a prática no país. Niang, membro do Gaipes, argumenta que, este barco “obteve a licença duas semanas depois de receber o certificado de nacionalidade em 3 de abril, o que foi essencial devido à falta de um acordo de pesca entre a China e o Senegal. Portanto, não pode ser uma renovação”. De acordo com Aliou Ba, assessor político do Greenpeace África, nem todas as quatro embarcações identificadas pela ONG passaram pela Comissão Consultiva para a Atribuição de Licenças de Pesca (CCAL), medida que é obrigatória. Os ativistas denunciam ainda as embarcações estrangeiras que utilizam “empresas de fachada senegalesas” ou outras com baixo capital para “legalizar” as suas embarcações, registrando-as sob bandeira local para obterem licença de pesca. “Esse processo é anormal e revela falta de transparência”, diz representante do Greenpeace.

Fonte: https://www.plataformamedia.com/2020/10/09/greenpeace-acusa-navios-chineses-de-pilhagem-ao-senegal-atraves-da-pesca-ilegal/

Miguel Lucas Canuto da Silva. Data da publicação da notícia 09/10/2020


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